terça-feira, 10 de janeiro de 2012

QUERO IR




Quero ir...
Seguir por onde ninguém possa ir.
Quero ir embora, despertar em uma nova aurora.
Estou cansada de estar aqui.
Exausta até mesmo dos desafetos com os que, um dia, foram adorados fetos.
Não tenho elo.
Não tenho qualquer sensação, sequer emoção.
Quero seguir por onde ninguém possa ir...
Sentir que valeu a pena minha história.
Sorrir por não temer,
Celebrar por escolher viver!
Viver porque soube escolher!
Ver o brilho no meu olhar.
Não ter ninguém a me julgar.
Porque é tão fácil não sofrer.
Porque é tão simples ser especial.
Porque gosto de ser o diferencial!
A normalidade me adultera.
Agride minha inteligência,
Subtrai minha eloqüência.
Quero seguir sim...por onde ninguém possa ir...
Ser apenas eu.
Ter apenas a mim.
Talvez um suave piano,
Quem sabe um bonito canto?
Respirar, simplesmente....
É simples, sim!
Ser feliz assim!
Christina Delgado
Poema registrado na Fundação Biblioteca Nacional - Escritório de Direitos Autorais - protocolo de número 005846-001.
O cursor pisca, pisca e eu não sei o que escrever... Já faz algum tempo que estou querendo postar algo que interesse, algo que faça a diferença para meu pucos leitores, mas, entretanto, não sei o que escrever. Minha vida não tem acontecimentos surpreendentes, eu não tenho lido livros e nem defendido teses. Não tenho tido opinião, não tenho tido achados... Talvez, nada! Minha vida tem se resumido em completo marasmo.
Tenho vivido uma vida mediocre, e sabe, odeio isso. Na minha vida, pode existir o não, o sim, mas o talvez, o mais ou menos... Isso não admito! Tenho um emprego mais ou menos, moro em uma cidade mais ou menos, lido com pessoas mais ou menos... Tenho tido sonhos mais ou menos. Isso tem me matado, me tirado a alegria de viver... Nunca havia me sentido assim... Pensei que talvez, seja a maturidade chagando, meu "namorido" disse que isso faz parte da vida adulta!

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012



Se tem medo quando não há certeza, quando não há segurança. Se tem medo quando a situação não está em suas mãos ou quando não se sabe o que fazer.

Sinto que estou prestes a ter um colapso nervoso, sinto que caminho em direção ao precipício. Como podemos nos sentir tão só e tão tristes em um momento que deveriamos estar felizes? Eu não sei explicar, não sei como definir esse meu pânico.